Sociedades Precapitalistas https://www.sociedadesprecapitalistas.fahce.unlp.edu.ar/ <h3>Sociedades precapitalistas ISSN 2250-5121</h3> <p>Publicación científico-académica electrónica continua, cuyo objetivo es difundir estudios historiográficos focalizados en la génesis, morfología y dinámica de las estructuras sociales anteriores al capitalismo. Publica trabajos de investigación originales e inéditos.</p> es-ES <p>La cesión de derechos no exclusivos implica también la autorización por parte de los autores para que el trabajo sea alojado en los repositorios institucionales UNLP (<a href="http://sedici.unlp.edu.ar/">Sedici</a> y <a href="http://www.memoria.fahce.unlp.edu.ar/" target="_blank" rel="noopener">Memoria Académica</a>) y difundido a través de las bases de datos que los editores consideren apropiadas para su indización, con miras a incrementar la visibilidad de la revista y sus autores.</p> spc@fahce.unlp.edu.ar (Centro de Estudios de Sociedades Precapitalistas) publicaciones@fahce.unlp.edu.ar (Prosecretaría de Gestión Editorial y Difusión - FaHCE, UNLP) Mon, 01 Mar 2021 00:00:00 -0300 OJS 3.3.0.7 http://blogs.law.harvard.edu/tech/rss 60 Reseña del libro Panzram, Sabine y Pachá, Paulo (eds.). The Visigothic Kingdom. The Negotiation of Power in Post-Roman Iberia. Amsterdam: Amsterdam University Press, 2021. (408 pp.) https://www.sociedadesprecapitalistas.fahce.unlp.edu.ar/article/view/spe066 <p>Reseña del libro <em>The Visigothic Kingdom. The Negotiation of Power in Post-Roman Iberia </em>de S. Panzram y P. Pachá (eds.).</p> Sabrina Soledad Orlowski Derechos de autor 2021 http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 https://www.sociedadesprecapitalistas.fahce.unlp.edu.ar/article/view/spe066 Wed, 22 Sep 2021 00:00:00 -0300 Apresentação do Dossiê https://www.sociedadesprecapitalistas.fahce.unlp.edu.ar/article/view/SPe054 <p>Apresentação do Dossiê:&nbsp;Los Campesinos en la Historia</p> Mário Jorge da Motta Bastos Derechos de autor 2021 Mário Jorge da Motta Bastos https://www.sociedadesprecapitalistas.fahce.unlp.edu.ar/article/view/SPe054 Mon, 01 Mar 2021 00:00:00 -0300 As Comunidades Rurais da Gália Tardo-Romana: consumo, ascensão social e crise https://www.sociedadesprecapitalistas.fahce.unlp.edu.ar/article/view/SPe055 <p>Este artigo tem como problema central a compreensão dos padrões de vida das comunidades rurais do Norte da Gália tardo-romana. Inicialmente apresenta uma reflexão teórica sobre as definições conceituais utilizadas e o impacto da mudança de paradigma no estudo da sociedade e economia tardo-romana (do “Declí­nio e Queda” para o da “Continuidade da&nbsp;<em><span class="italica">Romanitas</span></em>”) sobre o estudo das comunidades rurais. Em seguida problematiza a cultura material das regiões rurais em termos de fenômenos visí­veis e invisí­veis e, a seguir, analisa dados oriundos de estabelecimentos rurais observando e propondo alguns modelos de interpretação das relações sociais, econômicas e culturais em algumas regiões da Gália romana. O artigo conclui propondo a elaboração de modelos e categorias que, a partir de uma compreensão mais fina das comunidades rurais, possam representar também de forma mais complexa suas formas de organização comunitária.</p> Uiran Gebara da Silva Derechos de autor 2021 Uiran Gebara da Silva https://www.sociedadesprecapitalistas.fahce.unlp.edu.ar/article/view/SPe055 Mon, 01 Mar 2021 00:00:00 -0300 Considerações sobre o conceito de campesinato para Alta Idade Média https://www.sociedadesprecapitalistas.fahce.unlp.edu.ar/article/view/SPe056 <p>Para abordar uma série de realidades rurais, temporal e espacialmente diversas, é frequente a mobilização do termo “camponês” que tem uma larga tradição de estudos existente nas Ciências Humanas que remonta pelo menos ao século XIX. Porém, desde os anos 1980 houve uma redução expressiva no número de trabalhos com foco nesses agentes sociais. Para o mundo pré-capitalista em geral – e o medieval em particular – temos a existência de sociedades cuja absoluta maioria da população vive no campo e tira seu sustento majoritariamente do trabalho agrí­cola. Por sua vez, esses longevos anos de reflexão sobre o campesinato não encontraram eco marcante nos estudos do medievo, com aqueles que trabalhavam o solo merecendo de medievalistas comparativamente muito menos atenção que a aristocracia.&nbsp; Apesar disso, o termo “camponês” não é raro, aparecendo normalmente desprovido de uma reflexão conceitual mais aprofundada. O presente trabalho busca argumentar que a aplicação de uma conceituação mais precisa do campesinato permitirá ganhos analí­ticos e de compreensão historiográfica desse grupo internamente e historicamente heterogêneo. Para tanto, elabora-se uma breve revisão da bibliografia disponí­vel e com base nela propõe-se uma maneira de abordar teoricamente o campesinato (alto)medieval.</p> Eduardo Cardoso Daflon Derechos de autor 2021 Eduardo Cardoso Daflon https://www.sociedadesprecapitalistas.fahce.unlp.edu.ar/article/view/SPe056 Mon, 01 Mar 2021 00:00:00 -0300 As Leis Agrárias do iní­cio da República romana (486-442 a.C.): Conflito pela terra e pelo poder na construção da República romana https://www.sociedadesprecapitalistas.fahce.unlp.edu.ar/article/view/SPe057 <p>Os textos antigos mencionam uma série de propostas de leis agrárias ao longo da história da República romana. Estes textos enquadram estas propostas a partir dos temas ensejados pela crise dos irmãos Graco e pelo enredo do Conflito das Ordens, entre Patrí­cios e Plebeus. As informações sobre os projetos de lei agrária anteriores aos Graco presentes nos textos antigos são, portanto, em muito contaminadas pelo que seus autores pensavam do episódio gracano. Tendo esse problema metodológico em mente, este artigo apresenta uma reinterpretação sobre o mais antigo ciclo de propostas de leis agrárias que temos notí­cia, entre 486 e 442 a.C.. A partir do estudo dessas leis, se analisará a questão agrária da época, relacionando-a com as transformações do sistema agrário que a agricultura mediterrãnica vivia naquele tempo e com as transformações na posição polí­tica do campesinato no contexto da emergência das cidades-estado mediterrãnicas.</p> José Ernesto Moura Knust Derechos de autor 2021 José Ernesto Moura Knust https://www.sociedadesprecapitalistas.fahce.unlp.edu.ar/article/view/SPe057 Mon, 01 Mar 2021 00:00:00 -0300 A temporalização do poder: o rei, os santos e as rendas senhoriais no Portugal Medieval (1248-1279) https://www.sociedadesprecapitalistas.fahce.unlp.edu.ar/article/view/SPe058 <p>Este artigo aborda o problema do tempo senhorial nos aforamentos realizados pela realeza portuguesa na segunda metade do século XIII. A análise dos documentos procura demonstrar que o “tempo natural” que foi submetido ao “santoral” pela Igreja convergiu no processo de afirmação da realeza na medida em que conectou simbolicamente o rei, os santos ao momento de pagamento das rendas, processo este que aqui chamamos de “temporalização do poder”.</p> Thiago Magela Derechos de autor 2021 Thiago Magela https://www.sociedadesprecapitalistas.fahce.unlp.edu.ar/article/view/SPe058 Mon, 01 Mar 2021 00:00:00 -0300 Historias de la aldea. Arqueologí­a de las sociedades campesinas en el centro de la pení­nsula ibérica (ss. VI-VIII d.n.e.) https://www.sociedadesprecapitalistas.fahce.unlp.edu.ar/article/view/SPe059 <p>El desarrollo de la arqueologí­a en Europa occidental ha tenido como resultado el incremento exponencial de los datos sobre los contextos rurales en época altomedieval, lo que ha renovado por completo el análisis del campesinado en este perí­odo. Uno de los aspectos más desarrollados ha sido precisamente la arqueologí­a de las aldeas, que está permitiendo obtener una información muy detallada sobre su génesis en la Alta Edad Media, sus caracterí­sticas principales y el tipo de sociedades que viví­an en ella. Esta información ha llevado a contrastar la idea de la vinculación causal entre la aldea medieval y el feudalismo, abriendo la oportunidad a análisis de tipo socio-económico mucho más complejos. En este trabajo presentaremos en primer lugar un análisis genealógico e historiográfico sobre la categorí­a de la aldea medieval para, en segundo lugar, construir una alternativa de conceptualización en términos antropológicos derivados de algunos análisis sobre el registro arqueológico de la meseta norte peninsular.</p> Carlos Tejerizo-García Derechos de autor 2021 Carlos Tejerizo-Garcí­a https://www.sociedadesprecapitalistas.fahce.unlp.edu.ar/article/view/SPe059 Mon, 01 Mar 2021 00:00:00 -0300 O conceito de campesinato e o estudo da Inglaterra Anglossaxônica: disputas germanistas https://www.sociedadesprecapitalistas.fahce.unlp.edu.ar/article/view/SPe060 <p>O presente artigo tem como objetivo discutir como o conceito de campesinato utilizado para a Inglaterra Anglo-Saxônica está inserido nos debates sobre as sociedades germãnicas. Estes debates remontam ao século XIX e estão tintos de elementos nacionalistas, projetando na Idade Média as suas respectivas origens nacionais e étnico-raciais. A hipótese principal do artigo é que o(s) conceito(s) de campesinato e (mais amplamente) a visão da sociedade anglossaxã constitui uma visão germanista liberal, que emergiu contraposta í proposição do germanismo formulada pelos nazistas.</p> Renato Rodrigues Da Silva Derechos de autor 2021 Renato Rodrigues da Silva https://www.sociedadesprecapitalistas.fahce.unlp.edu.ar/article/view/SPe060 Mon, 01 Mar 2021 00:00:00 -0300 Reflexões preliminares sobre as justificativas mí­tico-ideológicas para a hierarquização e a desigualdade social na era viking https://www.sociedadesprecapitalistas.fahce.unlp.edu.ar/article/view/SPe061 <p>Este trabalho visa promover as discussões, bem como apresentar minhas primeiras reflexões sobre a relação da hierarquização e a desigualdade nas sociedades escandinavas da Era Viking. Para tanto, tomar-se-á como referência os versos que constituem o poema em chamado&nbsp;<em><span class="italica">Rigsí¾ula</span></em>&nbsp;(O conto de Rig), que integra a coletãnea de texto da Edda Maior. Este poema apresentas a forma segundo a qual os mitos explicam o surgimento das camadas sociais entre os nórdicos, sendo, deste modo uma fonte central na discussão aqui sugerida.</p> Patrick Zanon Guzzo Derechos de autor 2021 Patrick Zanon Guzzo https://www.sociedadesprecapitalistas.fahce.unlp.edu.ar/article/view/SPe061 Mon, 01 Mar 2021 00:00:00 -0300 Introducción al dossier "Identidades judías entre el Período Helenístico y la Antigüedad Tardía" https://www.sociedadesprecapitalistas.fahce.unlp.edu.ar/article/view/spe062 <p>Introducción al dossier </p> Rodrigo Laham Cohen Derechos de autor 2021 http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 https://www.sociedadesprecapitalistas.fahce.unlp.edu.ar/article/view/spe062 Wed, 22 Sep 2021 00:00:00 -0300 Identidades judías en la Europa tardoantigua: Erwin Goodenough y sus ecos https://www.sociedadesprecapitalistas.fahce.unlp.edu.ar/article/view/spe063 <p>El objetivo de este trabajo es presentar, por un lado, el derrotero historiográfico de los debates en torno al tipo de judaísmo que existía en Europa en la Antigüedad Tardía y, por el otro, desarrollar algunas definiciones sobre el camino que consideramos adecuado para recuperar la historia de los colectivos judíos europeos tardoantiguos. El texto se estructura en torno a la obra de Erwin Goodenough, quien tempranamente puso en entredicho la tesis tradicional que concebía una rápida expansión del movimiento rabínico, tanto en Palestina como en la Diáspora y, además, consideró la persistencia de un judaísmo alternativo, de corte helenístico y místico, hasta bien avanzada la Antigüedad Tardía. Se indagan, también, otras respuestas ensayadas en tiempos más cercanos, siempre en relación con la vida de los judíos y las judías en la Europa tardoantigua.</p> Rodrigo Laham Cohen Derechos de autor 2021 http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 https://www.sociedadesprecapitalistas.fahce.unlp.edu.ar/article/view/spe063 Wed, 22 Sep 2021 00:00:00 -0300 Las homilías Adversus Iudaeos de Juan Crisóstomo: temas y estrategias argumentativas polémicas https://www.sociedadesprecapitalistas.fahce.unlp.edu.ar/article/view/spe064 <p>Mientras fue presbítero de Antioquía entre 386 y 398 –año en que fue nombrado Patriarca de Constantinopla–, Juan Crisóstomo, representante del cristianismo niceno, tuvo una prolífica carrera como predicador en las iglesias más importantes de la ciudad. Fue conocido como “boca de oro” por sus dotes en retórica y son muchas las obras homiléticas que se adjudican a su período antioqueno, entre las que podemos citar su serie conocida como <em><span class="italica">Adversus Iudaeos</span></em>. Pronunciada entre los años 386 y 387, tiene como objeto atacar a aquellos cristianos que participan de festividades judías y asisten a la sinagoga. Pero no son sólo ellos los que sufrirán el embate del presbítero: a lo largo de su serie, vemos cómo arremete contra los judíos, la Sinagoga, la Ley mosaica y las fiestas judías. El presente artículo se propone rastrear y discutir los epítetos y críticas pronunciados por Crisóstomo en las homilías <em><span class="italica">Adversus Iudaeos</span></em> en contra de los judíos y sus principales instituciones y festividades, así como contra aquellos miembros de su congregación que compartían, asistían a y participaban de sus fiestas, y recurrían a los “especialistas en lo sagrado” judíos para obtener curas o solucionar problemas.</p> <p> </p> Andrea Simonassi Lyon Derechos de autor 2021 http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 https://www.sociedadesprecapitalistas.fahce.unlp.edu.ar/article/view/spe064 Wed, 22 Sep 2021 00:00:00 -0300 BGU 4, 1132 y el uso judí­o de la ley helení­stica. Texto griego, traducción e interpretación https://www.sociedadesprecapitalistas.fahce.unlp.edu.ar/article/view/spe065 <p>El objetivo de este trabajo es, en primer lugar, presentar la primera traducción del griego al castellano del papiro BGU 4, 1132, con notas que recuperan las restauraciones léxicas de los distintos editores. Esta traducción, y su correspondiente anotación, es una novedad entre los estudios modernos en lengua castellana relacionados con BGU 4,1132. En segundo lugar, analizar el uso judío de la ley helenística vigente en Alejandría durante los primeros años del Imperio romano a través de la conexión BGU 4, 1132 con el <em><span class="italica">ἀρχεῖον τῶν Ἰουδαίων</span></em> de BGU 4, 1151 y el examen de los términos <em><span class="italica">συγχώρησις </span>y <span class="italica">κριτήριον</span></em>. Mediante la traducción al castellano de BGU 4, 1132, su contextualización histórico-social y su comunicación con BGU 4, 1151, también discutiremos sobre la posible identidad judía de los nombres propios del papiro, y sobre los términos técnicos que informan sobre los judíos y la ley helenística del siglo I a.C.</p> Paola Druille Derechos de autor 2021 http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 https://www.sociedadesprecapitalistas.fahce.unlp.edu.ar/article/view/spe065 Wed, 22 Sep 2021 00:00:00 -0300