https://www.sociedadesprecapitalistas.fahce.unlp.edu.ar/issue/feedSociedades Precapitalistas2026-08-25T13:26:23-03:00Centro de Estudios de Sociedades Precapitalistasspc@fahce.unlp.edu.arOpen Journal Systems<h4>ISSN 2250-5121</h4> <p>Revista científica en línea, continua, cuyo objetivo es difundir estudios historiográficos focalizados en la génesis, morfología y dinámica de las estructuras sociales anteriores al capitalismo. Publica trabajos de investigación originales e inéditos.</p>https://www.sociedadesprecapitalistas.fahce.unlp.edu.ar/article/view/SPe095Disputas territoriais e poder coercitivo no Peloponeso helenístico: a integração de Orcômeno à Confederação Aqueia2026-06-05T10:33:17-03:00Dyel Silvadasilvadyel@gmail.com<p><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;"><span lang="es-MX">A formação de cidades e confederações no Peloponeso helenístico é caracterizada por dinâmicas de coerção e cooperação. Um caso representativo é o da Confederação Aqueia, a qual se destaca pela política externa de expansão territorial, sobretudo ao longo dos séculos III e II a.E.C. O nosso objetivo é compreender esse processo a partir de uma inscrição que informa a integração da cidade de Orcômeno, datada em cerca de 235 a.E.C. (<em>IG</em> V2 344). Analisando-a pelo realismo político de Tucídides e em perspectiva ambiental, testamos a hipótese de que a coerção era preponderante nas disputas territoriais e estava condicionada pelo próprio território, uma vez que a Confederação usava as instituições e os recursos humanos e ambientais a fim de submeter novas cidades membro aos seus interesses.</span></span></span></p>2026-06-05T00:00:00-03:00Derechos de autor 2026 https://www.sociedadesprecapitalistas.fahce.unlp.edu.ar/article/view/SPe096La esclavización del indígena canario y su diáspora en el Occidente Europeo: circulación, control y agencia en los espacios urbanos de Valencia y Sevilla (1450-1530)2026-08-03T11:52:00-03:00Rocío Jiménez Díazrjimenez@unite.it<p>Este artículo examina los procesos de captura, traslado y comercialización de poblaciones originarias de las Islas Canarias entre mediados del siglo XIV y el primer tercio del XVI, abarcando las fases previas a la conquista, la anexión del Archipiélago a la Corona castellana y el periodo inmediatamente posterior. A partir de una revisión crítica de la bibliografía secundaria, se reconstruyen las dinámicas de esclavización y su inserción en los circuitos comerciales atlánticos en configuración, anticipando el desarrollo posterior de la trata atlántica. El análisis se centra en Valencia y Sevilla, nodos esenciales entre el Mediterráneo y el Atlántico, donde se conserva un volumen excepcional de documentación relativa a la presencia y circulación de personas canarias esclavizadas, junto con otras de diversa procedencia. La investigación aborda los patrones de movilidad forzada, la diáspora y los destinos de estas poblaciones, suprimiendo la tradicional dispersión de datos en estudios locales o temáticos. Asimismo, explora prácticas de resistencia y agencia, lo que permite una comparación entre las normativas y administraciones castellana y aragonesa. El estudio contribuye a comprender la transición entre la esclavitud tardomedieval y los sistemas atlánticos modernos, destacando el papel protoatlántico del Archipiélago y el carácter pluricontinental de su diáspora forzada.</p>2026-08-03T00:00:00-03:00Derechos de autor 2026 https://www.sociedadesprecapitalistas.fahce.unlp.edu.ar/article/view/SPe097Agência material, religião e memória no Reino Antigo egípcio: Uma análise a partir da dialética espacial2026-08-25T13:26:23-03:00Alan Cristian Freitas Trindadecrizalan14@gmail.comAlexandre Galvão Carvalhoalexandre.galvao@uesb.edu.br<p>O presente artigo analisa a atuação do sujeito social no processo de transformação e produção do espaço na antiguidade egípcia, enfatizando o caráter material e dialético da religião e da memória. A partir da articulação entre a categoria de espaço social, formulada por Henri Lefebvre, e as discussões sobre memória e agência material, desenvolvidas por Leire Olabarria, Lynn Meskell e Tim Ingold, propõe-se compreender o espaço religioso como uma construção mnemônica inserida na realidade concreta, entendida como um conjunto dinâmico de processos, fluxos, conexões e contradições. Nesse sentido, a religião é abordada como um campo de relações sociais em constante produção, no qual sujeitos, objetos, imagens e paisagens participam ativamente da constituição do religioso. A análise também discute a distinção entre cultura material e materialidade, ressaltando a necessidade de considerar as relações dialéticas entre pessoas e coisas, bem como o papel do poder e das práticas sociais na constituição do mundo material. Logo, a partir da análise dos Textos das Pirâmides no Reino Antigo egípcio, conclui-se que o espaço religioso constitui uma produção social na qual memória e materialidade operam como dimensões ativas na configuração do mundo.</p>2026-08-25T00:00:00-03:00Derechos de autor 2026